Sustentabilidade

Por um mundo cada vez melhor

Nossos pilares
de sustentabilidade.

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Nossos pilares de sustentabilidade.

PESSOAS SAUDÁVEIS

SAÚDE E BEM ESTAR PARA TODOS: 
- Tocar mais vidas a cada dia;
- Manter nossos funcionários seguros e satisfeitos;
- Empoderar as pessoas para que elas fiquem bem.


PLANETA SAUDÁVEL

UM MUNDO SEM LIXO:
- Usar menos recursos naturais;
- Usar mais recursos renováveis;
- Fabricar produtos mais sustentáveis.


NEGÓCIOS SAUDÁVEIS

MARCAS QUE INSPIREM MAIS CONFIANÇA:
- Compartilhar nossas histórias;
- Sermos parceiros da mudança;
- Inspirar as pessoas para fazerem a diferença.

Marcos de sustentabilidade da J&J.

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  • 1900
  • 1907
  • 1943
  • 1990
  • 2005
  • 2010
1900

 Inicia-se a tradição da Johnson & Johnson de prever socorro e desastres naturais através de seu esforço para atender os afetados pelo furacão de Galveston no Texas.

1907

Inaugura-se o Clube Laurel, composto exclusivamente por funcionários, e com o objetivo de estruturar e organizar as combinações sociais da empresa.

1943

Robert Wood Johnson publica o Nosso Credo, nosso alicerce para a sustentabilidade.

1990

São criadas as primeiras metas para prevenção de poluição, relatório de sustentabilidade e Next-Generation Goals.

2005

Healthy Planet 2010 é publicado, com metas de sustentabilidade ambiental.

2010

Healthy Future 2015 é publicado, com metas focadas em pessoas, planeta e negócios saudáveis.

Resíduos

Sólidos

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Resíduos Sólidos

Os resíduos sólidos, pré e pós-consumo, são um dos principais problemas relacionados à conservação do meio ambiente. Atenta a esta realidade, a Johnson & Johnson Indústria e Comercio para Saúde LTDA está comprometida em trazer inovação para os seus processos produtivos e dar o destino correto aos resíduos gerados em sua planta, em São José dos Campos. Além disso, a empresa também está empenhada em trabalhar junto ao setor de Higiene e Limpeza para se adequar e incentivar à Politica Nacional de Resíduos Sólidos assim como está trabalhando para melhorar a qualidade das Cooperativas de Catadores. 

Conheça os programas e processos da empresa para reduzir o impacto dos resíduos gerados e para melhores condições da cadeia de reciclagem.

Pré-consumo

Central de Reciclagem de Resíduos
O Parque Fabril da Johnson & Johnson, localizado em São José dos Campos, conta com uma Central de Reciclagem de Resíduos, que garante que 84% de todo o resíduo gerado no parque industrial seja reciclado. Os 16% restantes são orgânicos e se dividem entre sobras do refeitório, que seguem para aterros sanitários, e de medicamentos, que são incinerados.

Fábrica de Plástico
Inaugurada em 2011 como parte do complexo da Central de Reciclagem de Resíduos, a Fábrica de Plástico transforma os resíduos da produção de absorventes em grânulos que são reaproveitados na fabricação dos cabos das escovas Johnson’s, que contam com 40% de plástico reciclado em sua composição.

Com a premissa de reduzir a geração de resíduos por meio do reaproveitamento de materiais ainda em condição de uso, a unidade tem capacidade de transformar 130 toneladas de sobras plásticas em grânulos (pellets) por mês, para a produção de novos produtos. O volume não utilizado é vendido a terceiros.

Pós-Consumo

Dê a Mão Para o Futuro
A Johnson & Johnson é uma das parceiras da ABIHPEC (Associação Brasileira de Higiene Perfumaria e Cosméticos) no Programa “Dê a Mão para o Futuro” Reciclagem, Trabalho e Renda. O Programa foi desenvolvido como uma alternativa viável para apoiar as empresas do setor no gerenciamento de resíduos sólidos pós-consumo.

O Programa “Dê a mão para o Futuro” foi apresentado ao Ministério do Meio Ambiente afim de atender a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, que contempla as questões ambientais, de responsabilidade compartilhada e inclusão social, pontos considerados essenciais para as indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos.

O Programa tem como objetivos:

  • Colaborar com a melhoria do panorama nacional em relação à correta destinação de resíduos sólidos urbanos, ajudando a reduzir o volume de materiais recicláveis que seriam destinados aos aterros.
  • Viabilizar a reciclagem das embalagens pós-consumo por meio de ampliação e melhoria da coleta, triagem, beneficiamento, valorização e comercialização.
  • Desenvolver ações destinadas a apoiar programas de geração de trabalho e renda e que promovam a inclusão social, a melhoria das condições de trabalho e qualidade de vida dos catadores de materiais recicláveis, desenvolvendo Programas integrados e sustentáveis.
  • Oferecer aos geradores de resíduos sólidos (toda a sociedade), uma opção adequada de gerenciamento de seus resíduos.
  • Oferecer aos recicladores e/ou indústrias transformadoras, matérias-primas devidamente coletadas e processadas

Para conhecer mais, acesse: http://maoparaofuturo.org.br/

Projeto Phoenix
Para garantir a procedência dos materiais reciclados, utilizados na fabricação de embalagens, o principal objetivo do Projeto Phoenix é assegurar que cooperativas adotem boas práticas laborais, por meio da certificação SA 8000, selo criado na Europa para atestar que as empresas não possuem problemas de responsabilidade social e cumprem os requisitos para oferecer condições adequadas no local de trabalho.

Iniciado em 2008, o projeto elegeu a cooperativa Futura, localizada em São José dos Campos, para oferecer todo o suporte necessário a fim de garantir melhores condições de trabalho aos cooperados.

A cooperativa produz 60 toneladas de material reciclado por mês e fornece material com potencial utilização nas embalagens da empresa, além de abastecer outras empresas da região do Vale do Paraíba.

Na cadeia de fornecimento da Johnson & Johnson, está no terceiro nível, fornecendo a matéria-prima que será transformada em papel novamente, utilizado para a fabricação de embalagens ou insumos, que, então, são adquiridos pela empresa.

O primeiro passo do trabalho foi avaliar o funcionamento da cooperativa em alguns aspectos, como questões trabalhistas, saúde e segurança, práticas disciplinares e sistemas de gestão. Por não se tratar de um modelo empresarial tradicional, em que as mudanças são impositivas, o grande desafio foi conscientizar os 40 cooperados sobre a importância da certificação e inserir uma nova cultura de gestão.

Em dezembro de 2010, a Futura recebeu uma auditoria da empresa italiana SGS, que levantou os pontos que deveriam ser aperfeiçoados.

Para conhecer mais sobre o projeto, assista: https://www.youtube.com/watch?v=HtCRQbYKoxg